Porém, a matéria deixa claro que os resultados da competição não foram anunciados oficialmente, e que o artigo publicado sobre essa possível vitória do Typhoon é baseado em canais não oficiais que precisam ser vistos como especulativos – porém o autor Meinhaj Hussain diz ter boas bases para acreditar que é verdade.
Segundo o artigo, os caças se equiparam, mas o Rafale é conceituado como uma aeronave melhor na arena ar-terra, enquanto o Tyhpoon se destaca na ar-ar. A aquisição do Typhoon, que foi projetado para se sobressair no combate além do alcance visual (BVR) a elevadas altitudes e velocidades, teria impacto na Força Aérea do Paquistão, cujos caças JF-17 estariam em desvantagem. Para cobrir a lacuna, seria necessário adquirir mais caças chineses J-10.
A superioridade do Typhoon seria por ser a melhor plataforma, segundo o artigo, para o míssil BVR Meteor da MBDA, de nova geração. Combinado com o desempenho em alta velocidade e altitude do Typhoon, que coloca mais energia cinética no lançamento do míssil, o Meteor traria vantagens no combate aos Typhoons indianos frente a adversários das Forças Aéreas do Paquistão e da China.

Como “consolo” para o Paquistão, estaria o fato de que o Typhoon (embora o mesmo pudesse ser dito do Rafale) é caro para comprar e manter, com um patamar mais alto de sofisticação do que os indianos estão acostumados a lidar, fazendo com que demorem a entrar em operação em grande número.
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