1) Os valores do programa FX-2 estão sob sigilo da FAB. Portanto não é correto dizer que a proposta do consórcio Rafale é a mais cara da concorrência.
2) Ao contrário do que dá a entender o ex-editorialista da Folha, o Rafale foi desenvolvido para operar em grandes distâncias, cumprindo os requisitos das Forças Armadas Francesas, que têm compromisso de projeção de força em longas extensões. Seu raio de ação é o maior entre os concorrentes do F-X2 e o caça foi usado com sucesso na Ásia e na África, continentes de grande extensão territorial, ora de forma independente, ora no âmbito da Otan.
3) Os Emirados Árabes não desistiram da aquisição de caças Rafale -não houve comunicação oficial nesse sentido. Mantemos conversas com o governo dos Emirados Árabes e as negociações continuam. O Rafale participa ainda da fase final da concorrência na Índia, onde o Gripen NG e o F-18 foram eliminados.
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